Símbolo do Instituto Dr. Rogério FeliziINSTITUTODr. Rogério FeliziGinecologia Avançada

Dor pélvica

Congestão pélvica e dor venosa

Dilatação de veias pélvicas, critérios clínicos e de imagem e limites do diagnóstico de congestão pélvica.

RESUMO EM LINGUAGEM ACESSÍVEL

Veias pélvicas dilatadas podem ser achado incidental. Síndrome de congestão pélvica exige correlação com dor típica, exame e refluxo venoso; diâmetro isolado não estabelece o diagnóstico.

Definição e contexto clínico

A dor costuma ser peso ou desconforto pior ao longo do dia, em pé, após exercício ou relação. Varizes vulvares e de membros inferiores podem coexistir.

Outras causas de dor pélvica são comuns e precisam ser avaliadas.

Sintomas, avaliação e diagnóstico

Ultrassom Doppler, tomografia, ressonância e venografia avaliam refluxo e anatomia conforme o caso.

Compressões venosas específicas e causas secundárias devem ser consideradas por equipe vascular ou intervencionista.

Tratamento baseado em evidências

Medidas clínicas e medicamentos têm evidência variável. Embolização de veias ovarianas ou pélvicas pode melhorar sintomas em pacientes bem selecionadas.

Procedimento não deve ser indicado apenas por veias dilatadas em exame de rotina.

Decisão compartilhada e acompanhamento

A qualidade do diagnóstico determina resultado. Ginecologia, vascular e radiologia intervencionista podem colaborar.

Persistência de dor após embolização exige revisão de mecanismos coexistentes.

Como este conteúdo foi produzido

Capítulo elaborado para educação de pacientes e atualização de profissionais, com busca dirigida em PubMed/MEDLINE, diretrizes internacionais e documentos de sociedades médicas. Foram priorizadas diretrizes, revisões sistemáticas, consensos e estudos clinicamente relevantes. O texto diferencia recomendações consolidadas de áreas de incerteza e é revisto antes da publicação.

Autoria e revisão médica
Dr. Rogério Tadeu Felizi — CRM-SP 109778 • RQE 108856
Bases e diretrizes
PubMed/MEDLINE, ESHRE, ACOG, NICE e FIGO, conforme o tema.
Conflitos de interesse
O autor declara não possuir conflito de interesse comercial relacionado a este capítulo.
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Perguntas frequentes

Como é definida a conduta em congestão pélvica e dor venosa?

A conduta depende de sintomas, anatomia, exames, tratamentos anteriores, riscos, fertilidade e preferências. Um achado isolado raramente determina o plano completo.

Este conteúdo substitui uma consulta?

Não. O capítulo é educativo e ajuda a preparar uma conversa qualificada, mas diagnóstico e tratamento dependem de história clínica, exame, objetivos reprodutivos, exames e preferências individuais.

Uma única opção é a melhor para todas as pacientes?

Não. Em ginecologia, decisões de qualidade são compartilhadas e consideram benefícios, riscos, alternativas, valores da paciente e experiência da equipe.

Referências bibliográficas

  1. American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic Pelvic Pain. Practice Bulletin No. 218. Obstet Gynecol. 2020;135(3):e98-e109.
  2. As-Sanie S, et al. Evaluation and Treatment of Chronic Pelvic Pain. Obstet Gynecol. 2019;134(4):e117-e132.
  3. Becker CM, et al. ESHRE guideline: endometriosis. Hum Reprod Open. 2022;2022(2):hoac009.

As recomendações devem ser interpretadas no contexto clínico individual. Diretrizes apoiam, mas não substituem, julgamento médico e decisão compartilhada.

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AUTORIA E REVISÃO MÉDICA

Dr. Rogério Tadeu Felizi

CRM-SP 109778 • RQE 108856. Médico ginecologista, especialista em Cirurgia Ginecológica Avançada e no tratamento de endometriose e miomas uterinos. Head da equipe de Ginecologia e coordenador do Centro de Endometriose e Patologias Uterinas do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

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Informação médica responsável: este conteúdo é educativo e não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou prescrição individualizada. Procure atendimento de urgência diante de sintomas intensos ou sinais de alarme.