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Miomas uterinos • Canadá • 2025

Manejo dos miomas uterinos — Guideline No. 461

Guideline No. 461: The Management of Uterine Fibroids
Diretriz clínica — 2025Revisão editorial: 15 de agosto de 2026
SÍNTESE EXECUTIVA

Escopo do documento

Diretriz contemporânea sobre avaliação e tratamento de sintomas relacionados a miomas, incluindo medicamentos, miomectomia, histerectomia, embolização e tecnologias ablativas.

Sociedade
SOGC
Ano
2025
Área
Miomas uterinos
Situação
Diretriz clínica — 2025

Metodologia e construção

  • Revisão de opções terapêuticas clínicas, cirúrgicas e intervencionistas.
  • Recomendações orientadas por sintomas, preservação uterina e objetivos reprodutivos.
  • Documento de referência; prescrição e disponibilidade precisam ser adaptadas ao Brasil.
01

Decisão clínica

  • Expectância é apropriada para miomas assintomáticos sem sinais de preocupação.
  • Tratar sangramento, anemia, dor, pressão, impacto na qualidade de vida ou implicação reprodutiva definida.
  • Incorporar preferência pela preservação uterina e tolerância a risco de recorrência ou reintervenção.
02

Opções

  • Medicamentos controlam predominantemente sintomas e podem ser usados antes ou em lugar de procedimentos.
  • Miomectomia preserva útero, mas exige aconselhamento sobre recorrência, aderências e via de parto conforme reconstrução.
  • Histerectomia é definitiva; a via menos invasiva segura deve ser considerada.
  • Embolização e ablação podem reduzir sintomas com menor invasão, mas seleção e aconselhamento reprodutivo são essenciais.
03

Qualidade e seguimento

  • Documentar melhora de sangramento, hemoglobina, dor, pressão e qualidade de vida.
  • Reavaliar falha terapêutica, crescimento ou novos sintomas em vez de repetir indefinidamente a mesma estratégia.
  • Planejar seguimento específico após técnicas com risco de reintervenção.
APLICAÇÃO PRÁTICA

O que este documento modifica na assistência

  • A melhor opção é definida pelo objetivo da paciente e pela anatomia.
  • Resultados devem ser comparados por sintomas e qualidade de vida, não apenas pela redução volumétrica.

Divergências e pontos de interpretação

  • Nomes, aprovação e financiamento de terapias diferem do contexto brasileiro.
  • Recomendações reprodutivas para embolização e ablação permanecem mais cautelosas que para miomectomia.

Limitações da evidência

  • Não há comparação randomizada robusta para todas as técnicas.
  • Tecnologias evoluem mais rapidamente que os ciclos de atualização das diretrizes.
DOCUMENTO ORIGINAL

Referência e acesso oficial

Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada. J Obstet Gynaecol Can. 2025. Guideline No. 461.

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CURADORIA E REVISÃO CIENTÍFICA

Dr. Rogério Tadeu Felizi

Médico ginecologista — CRM-SP 109778 • RQE 108856. Especialista em cirurgia ginecológica avançada e no diagnóstico e tratamento de endometriose e miomas uterinos.

Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui o documento original, avaliação individual, regulamentação brasileira ou protocolo institucional.